segunda-feira, 6 de julho de 2015
MAMA TRIED...
As mães teimam sempre em aconselhar, condicionar os seus filhos, claro que no bom sentido! O resultado final é que poderá não ser o ideal!
E AGORA VAROUFAKIS?
Nesta autêntica charada em que se tornou o referendo grego, patrocinado pelo seu governo de gente idealista, eu ia dizer irresponsável, é triste verificar que a hipocrisia reina, com os esquerdistas da Europa a quererem tirar dividendos desta autêntica luta do gato e do rato...quem vai ficar a perder será sempre o Povo, porque para os políticos tudo está sempre salvaguardado! Triste desempenho dos pseudo democratas, que para gastarem o dinheiro mal gasto não pediram conselhos, mas agora para pagar as suas dívidas já querem toda a ajuda possível!
quarta-feira, 1 de julho de 2015
EU GOSTO É DO VERÃO…
O Verão aí está a bater-nos á porta e quase que se repetem
as cenas habituais, ou seja, os incêndios florestais no interior do nosso
(ainda) Portugal, nas matas e silvados mal-amanhados pelos seus pretensos donos,
numa continuada ausência física ilibando responsabilidades efetivas e morais de
quem deixa o seus património ao abandono, e neste conjunto os incendiários
compulsivos dão largas às suas pulsões livres e impunes que continuam com a
nossa pusilânime Justiça, (são malucos coitados, gostam de atear fogos…), e
mesmo que seja por obra e garça da Mãe Natureza a sequencia habitual, são os
soldados da paz lá deslocarem com muitos meios e combatendo com denodo, apagam
aqui e ali e vão a correr ainda para outros sítios. Nos rescaldos finais lá vem
a rebatida temática da impunidade doa imprevistos e as culpas vão morrendo
solteiras…
São estes os filmes que iremos ver nesta altura do ano já
que o nosso mundo do futebol está ainda em férias, apenas os nossos sub21 tiveram
um comportamento meritório no campeonato da Europa, e deste modo a nossa
imprensa anda num corrupio a tentar arranjar novas, Boas ou má), num excesso
noticiosos que a mim não me cativa pela repetição excessiva! Grécia, Sócrates, Políticos,
Eleições, Corrupção, são temas recorrentes que se exploram até ao tutano para
que as nossas mentes não entrem também em férias! Pois quem as tem chama-lhes
suas! E cada vez mais difíceis de concretizar, para todos nós que as projetamos
há anos e sempre adiadas!
Então o que nos resta? Pois claro, temos de ser inventivos e
como lugares não faltam há que dar asas á imaginação e elaborar um plano mais
comedido em termos financeiros e visitar lugares que neste nosso Portugal, que
no meio desta penúria económica, continua a ter pontos possíveis e bons para o
nosso desfrute!
Então vivam as férias!
segunda-feira, 29 de junho de 2015
PORTUGAL E OS 30 ANOS NA UNIÃO EUROPEIA!
Trinta anos em termos temporais é um período substancial,
passível de grandes mutações sociais económicas e politicas.
Portugal com a sua adesão ao conjunto dos Países que
formavam a EU, sujeitou-se a todas as influências e consequências, (positivas e
negativas), que tal medida implicava! Pessoalmente tenho para mim que houveram
coisas muito positivas e que no saldo final, suplantam largamente as menos
positivas! Portugal modernizou-se nas suas infraestruturas rodoviárias, portos
e mesmo no parque imobiliário, conseguindo nivelar-se com os países mais ricos,
pelo menos nas oportunidades de competir com os seus produtos nacionais em
condições mais satisfatórias, vinhos azeites têxteis e calçado conseguiram
manter e ainda melhorara os seus desempenhos, apesar da crescente e muitas
vezes desleal concorrência dos países asiáticos e fora do espaço europeu!
Em termos políticos continua a alternância sempre possível,
apesar do crescente desinteresse de muitos portugueses pela sua participação
cívica nos momentos das escolhas, (leia-se eleições)! A nossa classe política
está a perder o “gás”, tomando apenas como principal objetivo a sua permanência
no Poder, esquecendo muitas vezes aqueles que os colocam lá com o seu voto!
Outros fazem da Politica um modo de vida, de entidade patronal que lhe assegura
o ordenado e respetivos aditamentos! Este lado negro dos nossos ideais de
prática politica e de Cidadania, deveria ser mais “estimado” pelos nossos artistas
dos Partidos! Estabelecer uma alternância dentro dos próprios Partidos, não
permitindo anos e anos de eminencias pardas sempre a condicionar as novas
ideias!
Após a crise económica e recessão mundial que nos atingiu e a
partir de 2009, as coisas tem andado em sobressalto, com resgastes económicos,
Troicas, FMIS e quejandos, que nos tem obrigado a grandes sacrifícios e ainda
não se vislumbrando a luz ao fundo do túnel para novas alvoradas!
Mas pelo menos de uma coisa estou certo: Esta luta sobre a
Democracia vale sempre a pena em contraponto com as outras alternativas que nos
esperariam, se não soubermos preservar as nossas conquistas de uma Cidadania
plena, suportada em Valores dignos e justos! Para nos alertar é só olhar para o
continente africano e no médio Oriente, para citar apenas estes dois e
verificar o que teríamos como alternativa!
Estimemos então tudo aquilo que temos e que a palavra
Democracia não seja apenas mais um chavão, mas sim o significado de uma
vivência digna e livre!
quarta-feira, 17 de junho de 2015
A TEORIA DA GREXIT, VERSUS CONDOMINIO….
Quando repetidamente ouço falar no “affair” Grécia e o seu
resgate económico pelo FMI e BCE, vem-me de imediato á mente a gestão de um Condomínio,
(o meu por exemplo, onde moro). A Grécia está a arriscar a expulsão da União
Europeia, devido á sua infantilidade descarada de não pagar o que deve! Shiriza
e o seu líder, teimam em brincar ao gato e o rato, na forma e modo como quer ou
deve pagar a sua gigantesca dívida! Uns dias diz que sim que vai pagar, nos
outros dias diz qua afinal é uma injustiça quererem levar á verdadeira tragédia
grega, causando aos seus gregos e atónitos cidadãos uma inquietude pelo seu
futuro próximo, com estes seus lideres utópicos românticos desajeitados em
lidar com os tubarões da “massa”!
Por analogia penso nos crónicos devedores do meu Condomínio,
que fazendo alarde de virtudes muitos parecidas com os governantes gregos, nas
assembleias de condóminos, dizem das suas razões e desejos de pagar as suas dividas,
nem que seja em prestações suaves atendendo às suas dificuldades, dispensam-se
processos judiciais, lentos morosos e muitas vezes ineficazes, perante tantas
manobras possíveis e imaginarias para diluir no tempo a verdadeira resolução do
pagamento, e depois o gestor do condomínio começa a contar os meses um após um,
e de recebimentos, nicles, volta tudo á primeira forma! Então que fazer? Correr
com os devedores para fora do condomínio? Não, tentamos mais uma vez, apelando
sei lá a que vontades e santos, a motivação para o condómino devedor regresse à
justa ideia de pagar o que deve, porque senão o fizer, mais uma vez a se atrasará
o processo de reparação dos edifícios na sua manutenção programada, prevenindo
danos futuros irreparáveis para todos aqueles que com muito ou menor esforço lá
vão cumprindo as suas obrigações!
Voltemos aos nossos gregos do berço civilizacional que nos
precederam e com os quais nos sentimos ligados, (somos mesmo uns sentimentais),
e ao seu processo de ressarcir os seus credores com um mínimo de dignidade e eficácia.
Neste jogo de que ontem vão pagar e hoje já não fazem e que vão pensar mais um
pouco no assunto, a EU não pula nem avança, com (não) diria Gedeão, como uma
dívida colorida nas mãos de uma criança (leia-se Grécia governo Shiriza,
Tsipras, Varoufakis), e os seus responsáveis, BE e os amigos do FMI, vão
perdendo literalmente a compostura e repetem as ameaças de “desalojar” a Grécia
dos aposentos europeus! Quando o executor da hipoteca bate á porta para retirar
os trastes e mobílias, os seus locatários, (leia-se gregos políticos), tornam a
jurar a sua indómita vontade de pagar tudo, mas tudo, o que devem, nem que seja
ao longo dos próximos cem anos e que portanto, pedem um pouquinho de mais paciência
aos credores e tornam a fechar-lhes a porta, adiando mais uma vez a sua ação.
Retornando aos meus caros condóminos que comigo e mais umas
dezenas, um dia romanticamente resolvemos construir um edifício onde todos nós
pudéssemos residir e viver, as metodologias persistem em ser muito semelhantes
ás dos governantes gregos do Syriza: Prometem que pagam, nós os que pagamos
efetivamente e com muito s sacrifícios, voltamos a dar-lhes mais uma
oportunidade e depois é o que se vê: Adeus obras de recuperação e manutenção do
edifício para que este fique bem protegido das intempéries e desgaste e vamos
rezando, (os que pagam as suas mensalidades), para que este (o edifício) não
caia e fiquemos todos á mercê dos elementos da Natureza! De uma coisa estou
certo: Se os devedores se fossem embora de vez, nós os que ficamos e pagamos,
sobrevivíamos certamente com mais ou menos dificuldades, não duvidem!
Termino este meu raciocínio, voltando aos meus, (nossos)
amigos gregos do Syriza, Tsipras e Varoufakis: Será preciso escrever ou dizer
mais alguma coisa? Digo apenas como motivação aos nossos amigos gregos, que nós
portugueses, pagamos, (estamos ainda a pagar), numa situação semelhante e
tem-nos custado os olhos da cara, (eu ia dizendo um outro palavrão), mas vamos
pagando, entendem Srs. governantes gregos? Custa muito? Custa pois claro! Uns
deviam pagar mais e outros menos? É verdade, também! Os mais pobres e
fragilizados são mais afetados? São, sim senhora! E não morremos ainda? Não
ainda não morremos e vamos sobreviver, disso não tenham dúvidas! É só cortar
uns maus hábitos que tínhamos adquirido com os dinheiros fáceis que nos vieram
de Bruxelas, lembram-se? E como diz o Povo (Vox Populi, para os gregos), quem
vende cabritos e cabras não tem…. Isso mesmo, faz-nos lembrar algo, não faz?
segunda-feira, 15 de junho de 2015
PORTUGAL E OS 30 ANOS NA UNIÃO EUROPEIA!
Trinta anos em termos temporais é um período substancial, passível de grandes mutações sociais económicas e politicas.
Portugal com a sua adesão ao conjunto dos Países que formavam a EU, sujeitou-se a todas as influências e consequências, (positivas e negativas), que tal medida implicava! Pessoalmente tenho para mim que houveram coisas muito positivas e que no saldo final, suplantam largamente as menos positivas! Portugal modernizou-se nas suas infraestruturas rodoviárias, portos e mesmo no parque imobiliário, conseguindo nivelar-se com os países mais ricos, pelo menos nas oportunidades de competir com os seus produtos nacionais em condições mais satisfatórias, vinhos azeites têxteis e calçado conseguiram manter e ainda melhorara os seus desempenhos, apesar da crescente e muitas vezes desleal concorrência dos países asiáticos e fora do espaço europeu!
Em termos políticos continua a alternância sempre possível, apesar do crescente desinteresse de muitos portugueses pela sua participação cívica nos momentos das escolhas, (leia-se eleições)! A nossa classe política está a perder o “gás”, tomando apenas como principal objetivo a sua permanência no Poder, esquecendo muitas vezes aqueles que os colocam lá com o seu voto! Outros fazem da Politica um modo de vida, de entidade patronal que lhe assegura o ordenado e respetivos aditamentos! Este lado negro dos nossos ideais de prática politica e de Cidadania, deveria ser mais “estimado” pelos nossos artistas dos Partidos! Estabelecer uma alternância dentro dos próprios Partidos, não permitindo anos e anos de eminencias pardas sempre a condicionar as novas ideias!
Após a crise económica e recessão mundial que nos atingiu e a partir de 2009, as coisas tem andado em sobressalto, com resgastes económicos, Troicas, FMIS e quejandos, que nos tem obrigado a grandes sacrifícios e ainda não se vislumbrando a luz ao fundo do túnel para novas alvoradas!
Mas pelo menos de uma coisa estou certo: Esta luta sobre a Democracia vale sempre a pena em contraponto com as outras alternativas que nos esperariam, se não soubermos preservar as nossas conquistas de uma Cidadania plena, suportada em Valores dignos e justos! Para nos alertar é só olhar para o continente africano e no médio Oriente, para citar apenas estes dois e verificar o que teríamos como alternativa!
Estimemos então tudo aquilo que temos e que a palavra Democracia não seja apenas mais um chavão, mas sim o significado de uma vivência digna e livre!
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